eu des romantizei
eu des socializei
eu des sacralizei
eu des expressionei
a minha dança.
mas ainda danço porque isso me mantém quente.
olha a twyla tharp...
23 de maio de 2008
22 de maio de 2008
De repente, nenhuma música serviu.
De repente, e bem na minha frente
ela destacava com marca texto amarelo
as palavras chaves da "Dieta do Abdomem".
De repente, e bem na minha frente
ela destacava com marca texto amarelo
as palavras chaves da "Dieta do Abdomem".
8 de maio de 2008
A MÁ EXPERIÊNCIA
Como é de costume, no meu sapear o mundo tropeço em situações as vezes cabulosas e até mesmo das trevas. Eis um exemplo destes.
(editei um pedacinho)
A DANÇA CONTEMPORÂNEA
04/05/2008
(editei um pedacinho)
A DANÇA CONTEMPORÂNEA
04/05/2008
"Não tive boas experiências com dança contemporânea. Sei que essa frase pode dar a impressão de que fui um fracasso nas minhas tentativas de ser bailarino. Não é verdade. Nunca tentei. Estou me referindo às minhas experiências como espectador. Sou daqueles que são capazes de dar um grand-jeté se, em troca, for desconvidado para assistir a mais uma experiência coreográfica no Espaço Sesc. Desisti de tentar entender qual é a graça de entrar numa sala apertada, com mais 20 pessoas, sentar numa cadeira desconfortável para ver um grupo — bem, grupo é modo de dizer; geralmente, são três ou quatro bailarinos.. . bem, bailarino é modo de dizer... enfim, recapitulando: três ou quatro dançarinos pelados (se é dança contemporânea, para que gastar com figurino?, devem se perguntar os coreógrafos modernos), estáticos, sentados no chão e que, a cada 15 minutos, fazem, bem lentamente, um movimento circular com o dedão do pé direito. Tudo isso sem música. Afinal, é uma experiência coreográfica. E com muito gritos. Como se grita na dança contemporânea!
Tô fora. Abro uma exceção, a cada dois anos, para a companhia de Deborah Colker. É outra história. Ali, um grupo de 15 bailarinos enche o palco. Deborah faz um espetáculo. Sua trupe escala paredes, gira em rodas-gigantes, atravessa espelhos. Sua música — sim, existe música nos espetáculos de dança de Deborah Colker! — é marcante. Seus figurinos são surpreendentes. Os elementos coreográficos que dividem o palco com ela são impactantes. E o grupo... dança!!!
Deborah Colker esteve em cartaz na semana passada e, mais uma vez, leu os comentários-clichê . Criticou-se a música — aí até entendo: quem elogia espetáculos sem música não pode gostar mesmo —; a frontalidade da coreografia — meu Deus, qual é o problema de bailarinos dançarem de frente para o público? —; a repetição dos movimentos.. . sou muito mais movimentos repetidos do que ausência de movimentos."
Rodolfo Fernandes
Tô fora. Abro uma exceção, a cada dois anos, para a companhia de Deborah Colker. É outra história. Ali, um grupo de 15 bailarinos enche o palco. Deborah faz um espetáculo. Sua trupe escala paredes, gira em rodas-gigantes, atravessa espelhos. Sua música — sim, existe música nos espetáculos de dança de Deborah Colker! — é marcante. Seus figurinos são surpreendentes. Os elementos coreográficos que dividem o palco com ela são impactantes. E o grupo... dança!!!
Deborah Colker esteve em cartaz na semana passada e, mais uma vez, leu os comentários-clichê . Criticou-se a música — aí até entendo: quem elogia espetáculos sem música não pode gostar mesmo —; a frontalidade da coreografia — meu Deus, qual é o problema de bailarinos dançarem de frente para o público? —; a repetição dos movimentos.. . sou muito mais movimentos repetidos do que ausência de movimentos."
Rodolfo Fernandes
Josefa porque te vas

Josefa:
esta é unha fulana que se empeñou en que contase algo da súa vida porque quere ser famosa e que amenábar lle faga unha película. o problema é que non ten un can e unha curmán súa faloulle de min, díxolle que eu era unha escritora das baratas e que posiblemente se me poñía olliños de por favor por favor, por un cafesiño ou cousa polo estilo, traduciría as súas peripecias no papel.
Buscarei a maneira de redactar as súas andainas, para dar cabo e cumprimento ao contrato que asinei con ela xa hai un tempiño e tamén para que todo o mundo mundial a quen lle interese, poida coñecer ao raio da josefa.
Josefa ten unha aventura:
"Sempre crin que chamarse Josefa era un atranco para estas cousas. Cando unha ve no cine esas historias de enlarafuzar os panos con bágoas, a actriz chámase María Helena, Amanda, Jenifer ou Miriam Elisabeth, calquera nome lle pode ir ben, calquera agás Josefa. Josefa sabe a dezanove de marzo, a intercambio de procesións e tamén a torta de festa nacional e familia, e eu, sempre tan clásica, tan formal, que o pobre do meu Severino nunca puido pasarse nin un só pelo, vou agora e déixome ir, chimpando bicos, chamándome Josefa e sen ningún glamour."
(esta é a novela da Josefa)
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