4 de dezembro de 2009

Como eu poderia falar disso que sinto quando estão levando embora em caminhão um vagabundo o meu flamboyant. Aquele que cresceu comigo. Aquele que meu avô plantou.
Agora ele tá lá picado, resistindo em peso, persistindo denso sobre o chão em frente a janela da sala e eu também sentindo um gosto salgado.
essa urgência toda
é maior que a peste do rato
que gripe do frango do porco

tá russo
to osso.
o mar que um dia nos banhou
agora cai do céu
eu fico nublada, não ha de ser nada

arrudA.


isso de ser suscetível/espécie perecível/faísca no fusível/pedaço de carvão

1 de dezembro de 2009

escrevendo o guia Tarantino para artistas passivos

Se vc entrar no moma store você pode adquirir um "elephant book end" um "eva teakettle" um "knife stand". minha sugestão: morte ao rápida ao curador. Chegue lentamente jogue chá quente em seus olhos, depois atire o elefantinho na cabeça, o desmaio será rápido, no fim escolha a melhor faca e complete o serviço, ele nem vai gritar.

Deixe um recado cravado "I am not a paper cup".


Sem casa
Com casca no pé.