queria começar o ano com poesias. mas eu que fugia e fingia que não sentia batia a cara e fodia e fundia.
e aí querer eu queria.
poder podia e não entendia.
continuo só. pastando.
voar pesada. respirar nos ares que os bons já descreveram
coisas que são minhas, quase minhas, nada minhas.
caymminhando pra lembrar quando bahia.
quando inventado não fui.
quando inventado que sou.
"Porque o tempo não anda pra trás. Ele só andasse pra trás botando palavra quando de suporte." (Manoel de Barros)
Assinar:
Postar comentários (Atom)


0 comentários:
Postar um comentário